domingo, 10 de novembro de 2013

Hayley para a Fairfax Times: “Essa é uma grande chance para mostrar aos nossos fãs o quão longe eles nos trouxeram”

O jornal online da cidade de Fairfax no estado de Virgínia EUA Fairfax Time realizou uma entrevista com a nossa diva Hayley onde ela responde perguntas sobre a nova turnê The Self-Tittled Tour, bandas de abertura e muito mais.
A banda se apresenta na cidade no sábado dia 9 de novembro, no Patriot Center. Confira!!

Paramore faz a sua primeira turnê grandiosa com o seu álbum número 1


Entre um álbum número 1 nas paradas de sucesso, duas indicações ao People’s Choice Awards e sua primeira turnê grandiosa, 2013 vem sendo um ano bem atarefado para Hayley Williams, Jeremy Davis e Taylor York do Paramore. Antes do show sábado no Patriot Center, a vocalista parou pra conversar com A&E sobre esse ano maravilhoso. 
A&E: Primeiro de tudo, parabéns pelas indicações ao PCA como Favorite Band e Favorite Alternative Band. Qual foi a sua reação quando descobriu que foram nomeados? 
Hayley: Isso é incrível e me lembra de quando eu era criança e assistia a diferentes premiações… minhas bandas ou artistas favoritos, eu queria que eles ganhassem. Eu queria ver eles se apresentarem. Isso me traz boas lembranças. Então, mais do que tudo, é nostálgico de uma forma estranha. As vezes eu me sinto desconectada disso porque normalmente nós estamos em turnê e estamos muito, muito, muito ocupados e geralmente descobrimos isso pelo Twitter. Nossos fãs nos mantém mais informados do que qualquer outra pessoa.


Essa realmente é a primeira turnê feita só em arenas que vocês fizeram. Como é a experiência de tocar para plateias enormes?
Essa é nossa primeira turnê em arenas. Isso é muito importante pra gente. Eu acho que em grande parte, o que temos é muito pressão; e isso é positivo, não é uma coisa negativa. É mais como você sentindo uma enorme quantidade de possibilidades. Nós queremos que nossos shows valham a pena desses grandes lugares. Nós vamos tocar no Madison Square Garden e isso é muito louco. Sabíamos que desde o começo da turnê que cada show teria que ser… melhor do que o outro. Enfim, essa é uma grande chance para mostrar aos nossos fãs o quão longe eles nos trouxeram ao passar dos anos.
Hellogoodbye e Metric são as duas bandas de abertura dessa turnê. Vocês todos se conhecem?

Nós somos fãs de ambas as bandas. Nós fizemos um show com o Hellogoodbye no Havaí… Foi uma noite incrível e nossas bandas se encaixaram perfeitamente bem juntas mesmo nossas músicas sendo tão diferentes. Hellogoodbye, na verdade, inspirou Taylor a comprar um ukulele depois daquele show. Eu diria que eles são os maiores culpados por nós termos o ukulele nesse disco. E também tem o Metric, que é demais. Eu mal posso acreditar que eles estão nessa turnê abrindo os shows pra gente. Metric é incrível! Quando eles tocam, eu normalmente estou me arrumando ou aquecendo meus vocais e então eu ouço eles e isso literalmente parece o paraíso pra mim. Eu não consigo descrever de nenhuma outra forma.

O último disco de vocês foi lançado em Abril e vem fazendo um enorme sucesso, atingindo até o primeiro lugar no Billboard Top 200 Chart. O que faz esse disco diferente dos anteriores?
Esse é o primeiro álbum que a gente fez como um trio, o que em um certo ponto pensamos que fosse ser uma desvantagem. Nós pensamos que isso (ser um trio) fosse um impedimento. Mas nós percebemos depois de quatro ou cinco demos que isso na verdade seria uma força.
Então é certo dizer que algumas das inspirações para o álbum veio das mudanças que vocês passaram como banda através dos útlimos anos, incluindo a saída dos irmãos Farro?
Eu penso nesse disco mais como uma jornada para uma reconstrução, reinvenção de nós mesmos, não só como um grupo, mas como três pessoas individuais. Nós passamos por muita coisa. Não é um álbum “Aflição, esse sou eu”. É um álbum muito positivo. Nós falamos muito sobre as coisas que passamos… Nós vamos sobre nós três, como nós nos tornamos mais fortes como amigos. É realmente muito pessoal e ainda não existem músicas sobre raiva. Eu tentei muito não escrever músicas sobre ódio.
Quem você considera ser uma das suas influências musicais, e quem especificamente influenciou você nesse disco?
Para mim, pessoalmente, eu diria artistas como Blondie e The Cure. Eu amo new wave e dark wave e todo aquele movimento dos anos 80. Isso realmente me toca. Enquanto estávamos trabalhando nesse disco, eu estava ouvindo Blondie sem parar. Como uma banda, isso é difícil de apontar, porque nós todos escutamos diferentes tipos de músicas. Nós todos gostamos de todos os estilos, desde o pop e R&B e tudo mais.
Quando você está trabalhando em um disco, você consegue prever o sucesso ou o impacto que ele vai ter?
Você nunca pode esperar isso. Nunca é certo, mas você sempre espera por isso. Mais do que tudo, você quer ser verdadeira com si mesma e produzir alguma coisa que seja bom e bem recebido, realmente com muito apoio e que as pessoas fiquem animadas e queiram ouvir. Nós nunca vamos comprometer o que amamos… mas nós amamos quando o que nós fazemos funciona naturalmente bem.
Quais os tipos de transformações que você sentiu ao passar dos anos?
Esse ano vem sendo realmente longo e com muito mais trabalho do que já fizemos antes, mas isso é tão legal ver o jeito que a nossa música mudou e cresceu e a forma como nossos fãs cresceram conosco; novos fãs, fãs antigos e fãs jovens. Ano nós estamos nessa turnê e isso é uma celebração do ano que tivemos. É aberta para o mundo. Nós demoramos bastante para abrir nossa mente e fazer esse disco e não ser tão protetor e apenas deixar acontecer… isso vem sendo uma baita mudança positiva para a gente.
Fonte e tradução: Paramore Brasil 

Nenhum comentário:

Postar um comentário