segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Novas fotos e matéria da hayley na Beat Magazine

Achei novas fotos e a matéria  da diva pra Beat Magazine, confira:



Riot on!
Hayley Williams está no comando do Paramore desde a sua adolescência. Agora com três membros, a banda re-energizada e com Hayley se sentindo mais viva do que nunca, tivemos a chance de conversar com ela sobre ícones, Katy Perry, igualdade e casas de passarinhos.
Assim como suas heroínas Annie Lennox e Siuxsie Sioux, Hayley Williams a garota da capa com um ponto de vista diferente. Ela é a líder de 24 anos da banda Paramore desde que era adolescente. Ela lançou quatro álbuns como parte da banda, três com a formação original, e, depois do desmoronamento em 2010, este é o ano de definição para a carreira deles como uma banda com três membros. Embora os nativos do Tennessee tenham voltado para casa depois da saída dos irmãos Farro, ela não pode ficar quieta por muito tempo e canalizou os seus sentimentos na diversidade do Paramore e em material para rádio, assim como o glorioso single pop “Still Into You” e “Ain’t It Fun”. Sobre o primeiro single do novo disco, “Now”, ela canta: “feels like I’m waking from the dead”, mas quando nós falamos com ela, ela nunca pareceu tão viva.

O som desse disco foi uma surpresa para ser honesto. É muito mais pop do que os anteriores. Vocês tinham a intenção de causar esse choque?
Não. Nós definitivamente não tínhamos esta intenção porque para nós, o choque aconteceu três anos atrás quando nós percebemos que não seríamos mais uma banda com cinco membros. Nós meio que acordamos um dia como uma banda diferente, e nós demoramos muito para nos acostumarmos com isso. A primeira vez que nós ouvimos a demo de “Ain’t It Fun”, foi tipo “O que é isso?” Ela não soou da forma como nós pensamos, e apesar de não parecer inteiramente uma música do Paramore, nós amamos. Cara, nós fizemos três álbuns fazendo o que era confortável para a gente, então isso foi “agora ou nunca”.
Você acha importante dar apoio para outras mulheres que estão no meio do rock? Ainda existem muitas.
Claro, para mim é muito importante. Pelos últimos dois anos eu venho trazendo as bandas que tem mulheres como integrantes e isso é muito inspirador para mim. Um exemplo é a banda Kitten, a qual nós levamos para abrir a nossa turnê nos Estados Unidos, e também a cantora Chloe que tem uns 18 anos e ela é 10 mil anos mais legal do que eu. Ela é meio que um mix de Annie Lennox, Siouxsie Sioux e qualquer um outro que você já amou dentro da comunidade punk.

Ela parece incrível. Quais eram os seus ícones quando estava crescendo?
Brody Dalle, e eu estou enlouquecida com a última publicação que ela esteve na capa! É incrível. Ela sempre foi a minha proteção de tela quando eu tinha 14 anos e eu sempre quis ser como ela. Minha mãe e eu éramos super próximas quando eu era criança, ela e eu meio que fugíamos do ex-marido dela. Isso não era legal par a gente e eu me lembro de ouvir The Distillers com ela. Um vez eu literalmente perguntei a ela: “Mãe, posso fazer um moicano?”
Mas você fez um undercut esses dias, né?
Sim! Eu amo o meu undercut, mas na verdade, eu estou muito enjoada do meu cabelo. Eu não pinto ele fazem uns três meses e ele parece tão desbotado agora.
Eu acabei de ver um teaser da Katy Perry queimando a sua peruca azul. Talvez essa seja a sua chance de abraçar o movimento.
Eu recém assisto isso também, que louco né?! Eu estou muito orgulhosa dela. Eu sei que existem muitas estrelas do pop que são mulheres, e algumas vezes elas não são vistas como reais artistas, mas eu acho ela uma legitima artista. Na verdade, a família do Taylor, guitarrista da banda, conhece a família dela, então nós já saímos juntas algumas vezes. Ela é tão engraçada e eu acho uma ótima artista também. É legal saber que está lá fora no mundo pop.
Ela adora festas – você conseguiria aguentar o ritmo dela?
Eu não! (risos) Eu totalmente não conseguiria!
Quando você fez a música “Airplanes” com o B.o.B. foi como seguir um contexto completamente diferente do da banda. Isso pareceu uma grande mudança para você?
Hm… sim e não. Quando eu era muito nova, antes de descobrir o punk rock e o underground, eu amava música pop. Eu era super fã da Aaliyah, Missy Elliot e TLC e eu sempre quis ser assim. Eu nunca pensei que aos 12 ou 13 anos eu conheceria os meninos, mas quando eu comecei a escrever as músicas, isso se tornou completamente diferente. Você sabe, eu não posso escrever uma música R&B, mas quando eu fiz “Airplanes” pareceu um retorno ao pop. Foi estranho e animador para mim, e eu amei ser capaz de cantar aquilo e acordar no outro dia e fazer um show com o Paramore.
Você não tinha um contrato com a Atlentic Records quando tinha 14 anos como uma artista pop?
Não. Existe muita confusão sobre tudo isso. Eu já estava no Paramore, mas a gravadora definitivamente me queria e então eu disse “Escutem, vocês podem me ter, mas vocês só podem me ter com o Paramore, porque eu amo tocar com os meus amigos.” Eu nem pensei sobre o trabalho, mas lembrando agora, eu acho que isso foi muito mais inteligente. Se eles tivessem me contratado como uma artista pop, isso nunca duraria.
Você poderia se divertir com os seus dançarinos.
O que parece engraçado as vezes! Quer dizer, tem isso no DVD da Madonna…
Você fala sobre o DVd “In Bed With Madonna”? Você poderia ter comandado um exército da Vogue!
Ahhh, eu perdi essa, né? (risos)
Eu li em algum lugar que você colecionada casinhas de passarinhos. Como assim?
Na verdade, eu comecei a colecionar as casinhas quando eu comecei a namorar com o Chad. Nós estávamos ouvindo “They Might Be Giants” e eles tem uma música chamada “Birdhouse In Your Sould”. É uma música maravilhosa! E poética também. Na verdade, é sobre essa música que eu falo no verso “we sang along to the start of forever” de “Still Into You”. Eu falei sobre pintar as casinhas em algum lugar e depois as pessoas começaram a me trazer elas. Elas estão por todos os cantos do meu jardim.
Qual a sua favorita?
A minha favorita é uma que é um Coverse! É tão legal. No topo, onde o seu calcanhar deve entrar em um tênis normal, na verdade é a porta para os passarinhos.
Parece legal. Minha música favorita do disco é “Proof”, a qual o gênero muda no refrão.
Own, obrigada! Como uma criança, eu sempre cresci igualando força e virilidade, e agora que tenho 24 eu acho que deixei isso pra trás. Existem qualidades na minha personalidade que são femininas e existem qualidades masculinas, e existe força nas duas.
Você tem vários fãs gays, o que faz sentido no contexto também.
Com certeza! Eu adoro ouvir isso sobre aquela música em particular, mas as vezes em uma música eu falo sobre um cara que eu gosto, mas normalmente eu sei que, qual seja a sua opção sexual, as pessoas podem cantar junto. É a música delas.
Eu acho que isso é muito importante, especialmente quando o debate sobre o casamento gay ainda continua nos EUA.
Eu sei. Como que isso ainda continua? Eu não sei porque isso demora tanto. Cara, é 2013, seres humanos são seres humanos, apenas trate todo mundo assim.
Alguém já ficou contra os seus fãs cristãos?
Tudo parece legal na superfície, e então você começa a cavar mais fundo e percebe que sempre existem pessoas com outras opiniões. Eu postei uma foto de uma tatuagem que tenho no meu tornozelo e no outro dia tinha um rapaz dizendo que eu não estava tomando conta do meu corpo como uma cristã e então eu apenas disse: “Cara, então você ia amar a tatuagem de um crucifixo que eu tenho na coxa!” Para mim, nós acreditamos no que acreditamos, é muito pessoal, e nós não jogamos nada na cara das pessoas. É absolutamente parte das nossas vidas, mas nós não somos pregadores, entende o que quero dizer?
Sim. Você conquistou muito sucesso com a formação original do Paramore, mas isso parece agridoce agora depois da separação?
Yeah. Nós definitivamente poderíamos ter jogado a toalha, nós poderíamos ficado frustrados e enlouquecido e isso é muito mais doce, vendo todas as coisas incríveis que aconteceram esse ano.
Você daria algum aviso para você mesma com 18 anos a partir da posição que você está agora?
Eu estava tão assustada o tempo todo sobre o que as pessoas iam pensar, até mesmo as pessoas mais próximas de mim. Eu era tão dependente das outras pessoas e do que elas acreditavam sobre mim. Eu acho que eu apenas diria para mim mesma que: “Você está fazendo o certo! Você sabe quem é e isso é o que importa. Essa é quem você deve continuar sendo.”

Fontes das fotos:  Pmoreonline.com e da matéria traduzida: Paramore Brasil

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