quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Em nova edição, Kerrang! elogia show do Paramore na Wembley Arena

Na sua edição de Outubro, a revista americana Kerrang! publicou uma resenha sobre o show do Paramore na Wembley Arena em Londres. Com mais de 12.500 fãs presentes este foi um dos maiores da banda. A revista assim classifica-o com 5 “K’s”, o que é “espetacular”. Confira a tradução da matéria:
PARAMORE
Mais: Eliza and the Bear, Charli XCX
Wembley Arena, Londres, 28.09.13
KKKKK
Paramore levou 12.500 queixos ao chão

“Se você já perdeu algo”, diz Hayley Williams emocionada após In The Mourning, “nunca se sabe, o que virá depois poderá ser muito melhor”.
E ela deveria saber. Por todos os “Ai, que pena, não acredito que isso está acontecendo com a gente” que Hayley esperneia. Paramore já havia tocado em grandes lugares no Reino Unido antes. Mas nunca chegaram a um triunfo tão grande quanto esse. Nesta noite, a Wembley gerou testemunhos sobre a espetacular arena do rock até agora: tão enérgico quanto as disputas da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL), que são muito divulgadas na Wembley Way, e apresentadas com a mesma quantia de razzmatazz.
Primeiramente, as bandas de apoio. Na última vez que o Paramore tocou na Wembley, seus amigos roqueiros do You Me At Six estavam com eles. Agora, são os indie-folkers Eliza and the Bear e Charli XCX. Ambas provaram ser surpreendentemente interessantes (especialmente por causa de I Love It, música que Charli escreveu para Icona Pop, que a colocou no topo das paradas), e a presença delas é, talvez, a coisa mais significativa: outro indicador de que o Paramore está passando do cenário do rock para se tornar uma verdadeira tendência.
A vocalista, no entanto, já é uma estrela do rock. Esqueçam os preços da gasolina; se Ed Miliband (político britânico) realmente quer resolver o problema da crise de energia, ele deveria simplesmente nacionalizar Hayley Williams e investir em sua energia. Coberta em uma calça borrifada e ostentando um ambicioso quatro-estilos-pelo-preço-de-um, durante toda a noite demonstra ter a resistência de Mo Farah, os movimentos de Gwen Stefani e a voz que faria tanto barulho (um barulho bem agradável) quanto sirenes de neblina.
Mas essa é uma banda sem garotas: o grande milagre das críticas do post dos irmãos Farro é o que deixa a música limpa. A contribuição do baixista Jeremy Davis e, principalmente, do guitarrista Taylor York asseguram que a banda agora possua versatilidade musical, tanto quanto o carisma da vocalista, fazendo arenas parecerem com suas casas.
A banda ainda arrasa, trazendo grande intensidade em Ignorance e Brick By Boring Brick. Mesmo com o apoio de uma barragem de luzes, lasers e canhões de confete, eles ainda estão em casa quando tocam o gospel meio funk, Ain’t It Fun, ou o puro pop, Still Into You, inserindo Landslide do Fleetwood Mac em In The Mourning, ou trazendo um fã surtado ao palco para cantar Misery Business com a Hayley.
“Não se esqueçam dessa noite!”, a cantora pede. Não há perigo disso acontecer. Porque, o que quer que o Paramore tenha perdido em 2010, eles pegaram de volta – e pegaram um pouco mais.
Clique na imagem para conferir o scan da revista:

 
 Fonte: Paramore Brasil

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